Gestão

Governança de TI: como o gestor pode tomar decisões melhores?

Governança de TI
Escrito por João Paulo Beluca

Vivemos na Era da Informação, por isso não é exagero afirmar que ela é hoje o recurso mais abundante em nossa sociedade e valiosíssimo para quem deseja melhores resultados. A Governança de TI, por exemplo, é uma das formas de os tomadores de decisões utilizarem isso ao seu favor.

De acordo com Peter Weill e Jeanne W. Ross, pesquisadores do MIT, a Governança de TI é “a especificação dos direitos decisórios e das melhores práticas de responsabilidade para ajudar a estimular comportamentos desejáveis”. Mas você realmente sabe como a Governança de TI pode ajudar a sua empresa a tomar melhores decisões? Aprenda agora:

Como a Governança de TI ajuda no processo de tomada de decisões

Atualmente, é indispensável a participação do setor TI nos processos decisórios. Isso porque o profissional da área provavelmente é o mais capacitado para analisar a viabilidade tecnológica dos projetos.

Ele tem conhecimento técnico para desenvolver sistemas de apoios as atividades e encontrar as melhores ferramentas e fornecedores. Além de limitar as expectativas em relação ao que as soluções tecnológicas atuais podem oferecer.

Arquétipos em Governança de TI

Arquétipos são modelos e padrões de reprodução de um comportamento ou papel social, entre outros. Na Governança de TI, esse conceito teórico pode ser aplicado na identificação dos diferentes estilos de gestão que as empresas utilizam para tomar decisões que envolvem o setor de Tecnologia da Informação.

Os Arquétipos mais conhecidos segundo Peter Weill e Jeanne W. Ross são:

  • Monarquia de negócio: um “nível C” que toma decisões em relação ao setor de TI que afetam toda a empresa.
  • Monarquia de TI: os profissionais de TI são os responsáveis pelas tomadas de decisões.
  • Feudalismo: as áreas tomam as próprias decisões. É pouco utilizado.
  • Federalismo: ocorre quando os gestores de alto nível e os responsáveis de cada área têm visões diferentes entre si.
  • Duopólio de TI: as decisões são tomadas em consenso entre os gestores de TI e outras áreas.
  • Anarquia: as decisões são tomadas individualmente ou por diminutos grupos. É recomendada apenas em casos extremos.

As decisões que cabem ao gestor de TI

Milhões de dados, estruturados e não estruturados, são produzidos diariamente em nossa sociedade, de registros de faturamento a previsões meteorológicas. Mas a maioria das empresas ainda não consegue transformar essa enxurrada de dados em informações relevantes para os negócios.

Cabe à Governança de TI encontrar soluções de business intelligence, big data, automação em marketing e analytics que ajudem a minerar e extrair informações que possam apoiar os processos de tomadas de decisões estratégicas.

Dica: o setor de TI também podem ajudar outros pontos-chave dos negócios, como a área de vendas.

Percebeu o quanto a implementação correta da Governança de TI é importante? Além de ajudar nos processos de tomada de decisões, ajuda também no alinhamento e na administração de comunicação entre todos os participantes de um projeto.

Ficou com alguma dúvida sobre como a Governança de TI pode ajudar? Quer aprender a tomar decisões melhores? Comente sua dúvida ou sugestão no post e vamos juntos expandir esse diálogo!

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Sobre o autor

João Paulo Beluca

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